MARROCOS (PARTE 1: PRA LÁ DE MARRAKECH)
Parafraseando um velho amigo nosso, um dos países da Europa que mais gostamos foi o Marrocos... hahaha...
Falando sério agora, o Marrocos é um lugar fantástico. Tudo que você lê nos guias de viagem, ou escuta dizer, é pouco perto da riqueza e da diversidade do país. Realmente indescritível; um festival de cores, cheiros, temperos, povos e culturas. E, no verãozinho “básico” que pegamos, a expressão “caldeirão” cai como uma luva. Sem dúvida mais uma viagem marcante. Selecionamos aqui algumas fotos e vídeos, pra vcs terem uma idéia.
Nosso ponto de partida foi Marrakech, a maior e mais populosa cidade marroquina. 
Além do choque cultural inevitável, logo que se chega a um país muçulmano, a recepção foi simplesmente surpreendente. Mal havíamos chegado ao nosso Riad (os riads são casas típicas, com pátio aberto, transformadas em pequenos e charmosos hotéis), e tomado nosso primeiro (de vários!) chás de menta, fomos recebidos com uma cerimônia marroquina de casamento. Isso mesmo! A funcionária do hotel, ao saber que éramos noivos, se encarregou de organizar ali mesmo no pátio um casamento à moda marroquina. Nos deu roupas típicas, pintou o rosto da Ale, colocou músicas e até ensaiou uma dancinha... bem legal!



Depois desta calorosa recepção, hora de começar a explorar a cidade, debaixo de um sol de 48 graus...
Uma passadinha básica para ver a Koutubia, a maior mesquita da cidade. Só pra ver mesmo, já que não podemos entrar nas mesquitas. Mas nada nos impediu (nada mesmo!) de ouvir os cinco chamados diários, pelos alto-falantes, para as orações.

De lá, impossível não parar um pouco no 22. Deus abençoe o 22! Calma, eu explico: o 22 era o número da barraquinha de suco de laranja natural, doce e geladinho, feito na hora, nas centenas de barracas espalhadas pela praça Jemaa-el-Fna, coração da cidade. E o melhor de tudo: o copão de suco gelado, com direito a um belo “chorinho” no final, custava apenas 30 centavos de euro!


Depois de alguns copos de suco, uma passada pelos Jardins de La Menara, pelo Palácio da Bahia, pelo Palácio Real e, claro, pelos becos e labirintos do mercado local, onde se vende (leia-se: negocia-se!) absolutamente de tudo.


Caindo a noite, e a temperatura aliviando para 38, 39 graus, hora de voltar pra praça Jemaa-el-Fna e, depois de mais um chazinho, comer um tajine ou um cuscuz vendo o movimento frenético do comércio e da cidade!



Que dia!